sexta-feira, 29 de outubro de 2010

Diana e Acteon

A história do pas-de-deux Diana e Actéon é uma lenda grega. Em todos os sentidos. Algumas versões sobre sua origem dizem que ele foi coreografado por Marius Petipa, e fazia parte originalmente de sua remontagem do ballet La Esmeralda, de Jules Perrot. Em 1931 Agrippina Vaganova teria recoreografado a peça nos moldes que conhecemos hoje.

Porém, há quem diga que ele nasceu de uma passagem de Le Roi Candaule, um divertissement conhecido como Pas Diane, ou Les Amours de Diane, a partir do Ato IV. Hoje em dia o pas-de-deux Diana e Actéon tornou-se uma peça popular no repertório das companhias de balé, assim como no circuito da competição de ballet, e esse equívoco de suas origens se espalhou a partir do boca-a-boca.

Na versão de Petipa, o Pas de Diane era um pas de caractère baseado em personagens retirados da mitologia grega. O pas original consistia na personagem Diana (ou Artemis), a deusa virgem da caça, o caçador Endymion, um sátiro e oito ninfas. Petipa formou o Pas de Diane como um clássico Pas de Trois - constituído por uma Entrée, um Grand Adagio para os três solistas e oito ninfas (mulheres do corpo de ballet), dança para as oito ninfas e sátiro, variações de Diane e Endymion, e uma Grand Coda.

Em 1931, Agrippina Vaganova teria ressuscitado a versão de 1903 de Petipa, aí sim inserindo-a no relançamento da versão de 1932 de La Esmeralda para o Ballet Kirov. Por razões ainda não totalmente compreendidas, na versão de Vaganova, Endymion foi alterado para Actéon - uma mudança que é bastante incorreta no que diz respeito ao mito real e ao ballet original de Petipa (no mito Actéon lança olhares sobre o corpo da virgem Diana enquanto ela se banha com as ninfas. Como castigo por isso, Diana tira sua fala, acrescentando a condição de que, se tentasse falar, seria transformado em um cervo. Ao seu próprio grupo de caça, ele tenta gritar, e é assim transformado. Seus cães de ataque o matam em seguida).

A nova coreografia de Vaganova aumentou o número de ninfas de oito a doze. Os dançarinos Galina Ulanova e Vakhtang Chabukiani foram os primeiros a realizar nova versão da peça, que foi renomeada como o pas-de-deux Diana e Actéon, um marco importante e repertório de companhias de ballet de todo o mundo (fora da Rússia, a peça é mais frequentemente realizada simplesmente como um pas-de-deux, sem o corpo de ballet), e é a única peça restante do ballet Tsar Kandavl / Le Roi Candaule.

Créditos a planoballet.blogspot.com



Variação Masculina


Gosto bastante da interpretação do Aleksandr Buber. Bem sóbria, segura e ao mesmo tempo espetacular.
Alia boa altura de saltos e um bom números de giros com uma base bem sólida, sem forçar ou exagerar em nada.

Variação Feminina

Colocar bailarinas russas como exemplo de Diana é redundante.
Arasbesques maravilhosos e bem postados, pirouettes bem colocadas e atittudes seguras, mas uma expressão um tanto quanto frágil demais para uma deusa.

Grand Pas de Deux (Cubanos)


Não fou fã da técnica do Carlos Acosta.
Mas Viensay Valdez é na minha opinião uma das melhores bailarinas que já vi. Técnica e com uma capacidade de imersão no personagem únicas.
Olhem com atenção as pirouettes dela. Absolutamente seguras e marcadas.
Ela só deu uma erradinha no fim dos fouettes, mas compensou no fim, quando o Carlos Acosta saí e ela continua girando.

3 comentários:

  1. oiiiii querida, ameeeei o blog, adorei vc ter falado desse ballet, eu quase não achei ng falando sobre ele, e eu queria muito saber , eu tb tenho um blog o: http://thisisballet.blogspot.com/ me segue tb , por favor, tchau fofaa!!

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  2. Amooooooo , mt mt o Ballet Classico , mais tem um porem sou gordooo e nao consigo entra numa academia de dança

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